Final de ano é sempre aquela história: o ritual de olhar para o que passou e tentar organizar a casa para o que está vindo.
Olhando para o retrovisor, 2025 foi um dos meus “piores” anos desde que comecei a blogar, lá em 2008. Mas, ao mesmo tempo, foi uma das experiências mais libertadoras.
Digo isso porque, no fim das contas, percebi o quanto valorizo ter um espaço para chamar de meu — um lugar onde eu possa escrever sem a preocupação constante se o conteúdo está “dando certo” ou seguindo uma métrica de sucesso específica.
O erro da auto-promoção
A última abordagem que tentei por aqui não vingou. Tentei vincular a criação de conteúdo puramente à minha promoção pessoal e, ironicamente, o resultado foi o silêncio: acabei escrevendo pouquíssimo. A obrigação de ser “útil” ou “estratégico” matou o prazer de apenas compartilhar.
Um novo capítulo, sem roteiro
Por isso, com total desapego, decidi zerar tudo de novo.
Este é um novo capítulo e, sendo honesto, ainda não sei exatamente como ele vai se desenrolar. O objetivo agora é simples: recuperar o prazer da escrita e a autonomia deste espaço. Sem fórmulas, sem pressão.
Nos vemos nos próximos posts.

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